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Mais de 70% dos brasileiros usam aplicativos para movimentar dinheiro; especialistas explicam as tecnologias que ajudam a proteger esses acessos

Abrir um aplicativo no celular, usar a biometria ou uma senha para acessar uma conta e pagar uma conta pelo smartphone já faz parte da rotina de milhões de brasileiros. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 71,2% das pessoas com acesso à internet utilizam plataformas digitais para movimentar dinheiro e realizar pagamentos. Mas você já se perguntou o que acontece nos bastidores para que esse acesso seja realizado de forma segura?

“Tecnicamente chamamos isso de gestão de identidade. Na prática, estamos falando de uma tecnologia que controla e valida as permissões de usuários e sistemas para utilizar aplicativos, plataformas e informações. Além dos usuários, há também sistemas que se comunicam entre si e essas interações precisam ser autenticadas e autorizadas”, explica Julio Kusman, diretor de cibersegurança da L8 Security.

Para reforçar essa proteção, muitas organizações adotam o conceito de Zero Trust. Nesse modelo, nenhum acesso é considerado confiável por padrão, mesmo que a solicitação venha de dentro da própria rede corporativa. Cada usuário, dispositivo ou aplicação precisa comprovar continuamente sua identidade e autorização para acessar informações.

“O princípio do Zero Trust é simples: nunca confiar automaticamente e sempre verificar. É uma abordagem amplamente utilizada por plataformas com milhões de usuários, como serviços governamentais e instituições financeiras, para reduzir riscos de acessos indevidos”, afirma Kusman.

A abordagem tem ganhado espaço entre empresas e órgãos públicos justamente por reduzir vulnerabilidades e dificultar acessos indevidos. Afinal, em vez de presumir que um usuário é confiável apenas porque já entrou no sistema, a tecnologia verifica continuamente fatores como identidade, dispositivo utilizado, localização e permissões concedidas. Dessa forma, mesmo que credenciais sejam comprometidas, as chances de acesso indevido são reduzidas.

“Organizações que atendem um grande volume de usuários, especialmente nos setores de governo, saneamento, energia e serviços financeiros, têm buscado soluções mais robustas de gestão de identidades para reduzir riscos de fraudes e vazamentos de dados. Quanto mais digitalizada é uma operação, maior é a necessidade de proteger credenciais, informações pessoais e dados biométricos”, explica.

Ainda, o especialista avalia que a gestão de identidades tende a se tornar cada vez mais estratégica para empresas e órgãos públicos. “Além de proteger dados sensíveis, essas tecnologias ajudam a garantir uma experiência mais segura para usuários em operações realizadas diariamente pela internet”, finaliza.

Sobre a L8

O Grupo L8 agrega 300 pessoas, que juntas implementaram com sucesso mais de 1 bilhão de reais em projetos em todo o Brasil. Com foco na inovação, na qualidade e na sustentabilidade com responsabilidade social, o Grupo L8 é composto pelas seguintes unidades de negócios: Energia, Telecomunicações, Segurança Eletrônica e Cibersegurança. Com mais de 10 anos de atuação no Brasil, e sólida experiência em projetos de grande porte, a L8 está alinhada com os principais fabricantes globais para cada um de seus segmentos. O Grupo L8 possui as certificações ISO 9001, ISO 27001, Certigov, e possui operação 24×7 a partir de um prédio com certificação LEED Gold. www.l8group.net

foto: freepik

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