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Grupo leva as coreografias “Carmen” e “Aroeira” para o interior de São Paulo

A São Paulo Companhia Jovem de Dança, ligada à São Paulo Escola de Dança, criada pelo Estado de São Paulo, por meio da Secretaria Estadual da Cultura, Economia e Indústria Criativas e gerida pela Associação Pró-Dança, divide o palco com a Cia. Estável de Dança nos dias 28 e 29 de agosto, às 20h, no Teatro Municipal de Bauru. A entrada é gratuita e os ingressos serão distribuídos uma hora antes da apresentação.

Na primeira noite, dia 28, a São Paulo Companhia Jovem de Dança abre a programação com “Carmen”, de Gisele Bellot. Em seguida, a Cia. Estável de Dança dá continuidade com a obra “Frida”, de Arilton Assunção, em uma temática voltada para a força feminina.

No dia 29, a Cia. Estável de Dança dá início à noite com a obra “Harém das Ausências”, de Wallace Guimarães, que celebra os 112 anos de Vinicius de Moraes com dança contemporânea. A São Paulo Cia. Jovem de Dança finaliza a noite com “Aroeira”, de Anelita Gallo, que celebra a brasilidade.

A Companhia Jovem é fruto do Curso de Especialização em Dança: Intérprete-Criador, da São Paulo Escola de Dança. As obras da apresentação trazem elementos da dança clássica e contemporânea, em um espetáculo de classificação livre para toda a família.

Ministério da Cultura apresenta: São Paulo Escola de Dança – Plano Anual 2026 via Lei de Incentivo à Cultura. Patrocínio: SAP. Parceria: Linktel e Giuliana Flores. Realização do Ministério da Cultura.

SERVIÇO

São Paulo Cia. Jovem de Dança. 28 e 29/08, às 20h. Teatro Municipal de Bauru (Av. Nações Unidas, Quadra 8 – Centro, Bauru – SP). Ingressos: gratuitos, distribuídos 1 hora antes no local.

Saiba mais sobre as obras da São Paulo Companhia Jovem de Dança:

Carmen

Com reverberações do clássico e do presente, “Carmen” é inspirada nas inúmeras recriações em torno da novela homônima do escritor Prosper Mérimée. A obra impulsiona forças que permanecem vivas: a sensualidade como afirmação do corpo em movimento, a pulsão narrativa que atravessa as relações humanas e a cena como espaço de tensão entre desejo, poder e liberdade.

A coreografia também traz a dança para provocar e compartilhar questionamentos sobre pertencimento, igualdade e liberdade em nosso tempo. A direção musical é de Cacá Machado, figurinos de Miriane Martineli, iluminação de Guilherme Paterno e roteiro de Gisele Bellot, Inês Bogéa e José Simões.

Aroeira

Inspirada na árvore que dá nome à obra, “Aroeira” exalta o florescimento como força vital, propondo um olhar poético sobre o ato de florescer e da potência de existir. Em cena, corpos que brotam, se entrelaçam e se expandem, revelando o movimento como linguagem da vida.

A coreografia dialoga com a linguagem do jazz dance e com movimentos percussivos. A montagem conta com coreografia de Anelita Gallo, trilha sonora original de Carlos Bauzys, figurinos de Acrides e iluminação de Marcel Rodrigues.

Conheça também as obras da Cia. Estável de Dança:

Frida

Dançar é ir além e é assim que o trabalho “Frida”, coreografado por Arilton Assunção, pretende transparecer para o público: expor as feridas da mulher nessa sociedade que tanto a oprime e que, mesmo assim, essa figura tão excepcional enfrenta e ultrapassa com tamanha força e garra. Padrões de beleza, cuidar da casa, filhos, marido, ser mulher, a prisão feminina que é, ao mesmo tempo, sua liberdade. Tudo isso, é claro, em cima do salto.

“Frida” tem direção artística de Sivaldo Camargo; trilha sonora “Carnaval des Animaux”, de Camile Saint Saës; iluminação de Flávio Lima, áudio de Kevin Vingnotto e Camila Padilha e figurinos, cenários e adereços de Sivaldo Camargo e Arilton Assunção.

Harém das Ausências

A obra é uma crônica coreográfica desenvolvida a partir de pesquisas corpo-sensoriais e estímulos somáticos, utilizando de músicas experimentais e bossas brasileiras.

A combinação criativa e autoral comemora os 112 anos de Vinicius de Moraes e resulta em um “Harém” de mulheres, que ressignificam o lugar da ausência e potencializam a força e a resistência feminina, por meio da dança contemporânea e de símbolos poéticos trazidos para cena. O espetáculo tem a assinatura do coreógrafo e bailarino carioca Wallace Guimarães; direção artística de Sivaldo Camargo; assistente de ensaio Junior Batista; trilha sonora “Hidden Door”, de Adam Hurst, “A Tonga da Minronga do Kabulete”, de Vinicius de Moraes e Toquinho; “Un End Un”, de Nu e “Samba da Benção”, de Vinicius de Moraes e Baden Powell; iluminação de Flávio Lima; figurino de Priscila Lopes; sonoplastia de Kevin Viganoto e locução de Denise Amaral.

SÃO PAULO ESCOLA DE DANÇA

A São Paulo Escola de Dança é um espaço de escuta, criação e transformação. Criada em 2021 pelo Estado de São Paulo, é gerida pela Associação Pró-Dança. Comprometida com a construção do conhecimento por meio da dança e de seus múltiplos diálogos com outras linguagens artísticas, a SPED é um território onde a arte pulsa, os saberes se entrelaçam e cada corpo encontra voz e pertencimento. Aqui, a formação técnica caminha lado a lado com a escuta atenta às diferenças. Nosso propósito é formar artistas e cidadãos; democratizar o acesso à linguagem da dança; incentivar a criação, a produção e a reflexão crítica, com cursos — Regulares, Livres, de Extensão e de Especialização — 100% gratuitos. A escola oferece também residências artísticas, intercâmbios culturais e bolsas de estudo e realiza anualmente a Jornada Paulista de Dança — uma mostra de 10 grupos do Estado de São Paulo.

Para entrevistas ou mais informações:

São Paulo Escola de Dança

Assessoria de Imprensa

Elara Leite – Coordenadora de Comunicação e Marketing

elara.correia@prodanca.org.br

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Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo

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Foto: Charles Lima, Acervo SPED

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