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EcoTone, nova linha de tecidos da catarinense Diklatex propõe nova forma de pensar o tecido, que passa a ser uma extensão consciente do movimento

Em Joinville, onde o movimento é parte da identidade cultural, a dança extrapola o palco e se insere em outras linguagens. Na Diklatex, indústria têxtil referência em tecidos tecnológicos, a dança inspira a nova linha EcoTone, que une a técnica a uma nova forma de pensar o tecido, fazendo com que ele deixe de ser apenas funcional e passe a ser uma extensão consciente do movimento.

A campanha que apresenta a linha parte de um gesto simples e poderoso: colocar bailarinos profissionais no centro da narrativa. Músculos tensionados, pausas precisas, equilíbrio em suspensão. O corpo revela aquilo que o discurso muitas vezes não alcança: como o tecido responde, sustenta, acompanha. Há uma elegância silenciosa nas imagens. O preto domina. Profundo, estável, sem ruído. Mais do que uma escolha cromática, ele sintetiza a proposta: reduzir excessos, focar no essencial. Um luxo contemporâneo, que não se apoia no ornamento, mas na precisão.

Uma precisão começa antes mesmo do tecido existir. O EcoTone utiliza o processo de dope dyeing, em que a cor nasce junto com a fibra. Não há sobreposição, não há intervenção posterior. A cor já é estrutura. O impacto é invisível aos olhos, mas determinante. Redução de até 90% no consumo de água, 98% na eliminação de químicos, 60% menos emissões de CO² e 90% menos efluentes. E o que se vê é leveza. E, sobretudo, consistência: um preto que não desbota, não migra, não se altera com o uso. “O dope dyeing elimina etapas ao integrar a cor na origem, reduzindo drasticamente o impacto ambiental. Ao integrar o pigmento à estrutura da fibra, o EcoTone cria um preto menos suscetível a variações e mais consistente sob tensão, luz e lavagem, um atributo técnico que se torna argumento de moda”, comenta Eduardo Habitzreuter, Engenharia/Pesquisa e Desenvolvimento da Diklatex.

No corpo, o resultado é imediato. Elasticidade que responde sem deformar, compressão que sustenta sem restringir, opacidade que traz segurança. O tecido não impõe forma, ele acompanha a intenção. Não por acaso, a lógica dialoga com marcas que há anos reposicionam o activewear como linguagem de moda, como Lululemon e Nike, onde o desempenho é tão importante quanto a experiência sensorial. Mas há aqui uma camada adicional: a origem. Em um momento em que sustentabilidade ainda é, muitas vezes, acabamento ou discurso, o EcoTone propõe uma inversão. Ela passa a ser ponto de partida. Talvez seja essa a maior aproximação com a dança, porque, assim como no corpo do bailarino, tudo começa no centro.

Uma linha, vários movimentos

A linha EcoTone chega ao mercado com seis artigos: Fitmax EcoTone, Flexim EcoTone e Rise EcoTone, focados no activewear, e as novidades da estação, Authentico EcoTone (running); Maranello EcoTone (cycling) e Act EcoTone (activewear). Todos compartilham atributos fundamentais para aplicações de alta exigência: elasticidade e compressão controladas; baixa transparência e proteção UV 50+.

Em um cenário global em plena expansão, o activewear deixou de ser uma categoria de nicho para se consolidar como um dos motores da indústria da moda. O mercado, que já movimenta cerca de US$ 440 bilhões, deve ultrapassar US$ 919,98 bilhões até 2033, com crescimento médio próximo de 9% ao ano, impulsionado pela consolidação do athleisure, pela incorporação do vestuário esportivo ao cotidiano e pela crescente demanda por soluções mais sustentáveis.

Nesse contexto, a inovação têxtil assume papel estratégico: mais do que design, são os materiais que definem performance, durabilidade e impacto ambiental. É nessa interseção entre eficiência produtiva, responsabilidade e experiência de uso que tecnologias como o EcoTone, da Diklatex, ganham relevância e se alinham às exigências de um mercado cada vez mais orientado por dados, escala e consciência ambiental.

Assista ao fashion film da campanha, com os bailarinos Wesley Dyogho e Emanoelle Gouvea, graduados da Escola Bolshoi no Brasil, sediada em Joinville, SC.

fotos: divulgação

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