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Em diferentes propostas apresentadas, os padrões da Placas do Brasil exploram tons, texturas e referências naturais para criar espaços marcados por aconchego, identidade e memória afetiva

Em um momento em que a casa volta a ser pensada como lugar de acolhimento, pertencimento e conexão emocional, a madeira reafirma sua força na arquitetura de interiores. Mais do que uma escolha estética, suas tonalidades, desenhos e texturas ajudam a construir atmosferas capazes de despertar lembranças e aproximar os espaços de referências familiares.

Presente nos ambientes por meio de diferentes padrões de MDF, a Placas do Brasil mostra como a interpretação da madeira brasileira pode assumir linguagens distintas sem perder uma característica comum: o calor visual. A paleta percorre desde madeirados mais intensos e clássicos até composições claras e naturais, passando por cores inspiradas na vegetação e na própria paisagem nacional.

Essa multiplicidade também acompanha uma mudança na forma de compreender o aconchego. Em vez de estar associado apenas a ambientes neutros ou a uma estética específica, ele passa a ser construído por meio de camadas, memórias, objetos, arte e materiais que estabelecem vínculos com quem ocupa o espaço. Nesse contexto, a madeira funciona como um fio condutor entre diferentes propostas de morar:

Inspirado no estilista Jay Boggo, o Loft do Artista propõe uma imersão na conexão entre moda, arte, arquitetura e natureza. A Coleção Botânica da Placas do Brasil conduz a narrativa do ambiente por meio de revestimentos que remetem à Mata Atlântica, com destaque para a textura Sintonia e os padrões Alocásia, Ipê Dourado, Urucum e Ocre. Obras de arte, mobiliário de diferentes épocas e soluções autorais reforçam o caráter expositivo do espaço, que celebra o design brasileiro e o trabalho colaborativo entre empresas e profissionais capixabas.

Já no Gabinete do Colecionador, projetado pelo Studio Oito, o destaque é o padrão Nogueira Arroio. Inspirado na madeira natural da Coleção Identidades, traz detalhes e texturas que remetem ao suave movimento dos riachos. Tem coloração marrom intensa, o que o torna mais uniforme e versátil, possibilitando seu uso em diversos tipos de acabamentos, alinhando no mesmo ambiente uma decoração moderna e sofisticada.

Até mesmo um espaço essencialmente funcional ganha outra leitura. Nos Banheiros Funcionais, Larissa Valério trabalha iluminação, texturas e materiais naturais para transformar a passagem pelo ambiente em parte da experiência arquitetônica. O padrão Nogal Terena contribui para trazer a percepção de madeira e acolhimento a um projeto no qual praticidade e estética caminham juntas.

Projeto desenvolvido pela Fluída Arquitetura, utilizando os padrões Jacarandá, um clássico sóbrio, de tonalidade terrosa suavemente avermelhada e Castanha de Caju, de cor leve, extremamente versátil, discreta e elegante, também da Coleção Identidades, o ambiente vira refúgio. A junção desses tons torna perfeita a composição do quarto, enriquecendo o local de aconchego com delicadeza sem deixar de lado a personalidade.

As diferentes aplicações revelam que falar em “cor de madeira” vai muito além dos tradicionais tons de marrom. Nuances claras, profundas, douradas, avermelhadas e terrosas, além de referências botânicas e à paisagem brasileira, ampliam as possibilidades de criar atmosferas de aconchego com diferentes personalidades. Nesse contexto, os padrões da Placas do Brasil apresentam uma leitura contemporânea da madeira, conectando natureza, identidade brasileira e memória afetiva para criar ambientes que não apenas acolhem, mas também ajudam a contar histórias.

Sobre a Placas do Brasil

Empresa brasileira especialista na produção e comercialização de painéis de MDF de alta qualidade, produzidos a partir de florestas de eucalipto 100% renováveis. Localizada no município de Pinheiros, ao norte do estado do Espírito Santo, na região Sudeste do Brasil, ocupa uma área total de 665.000 m², com cerca de 200.000 m² de área construída. Sua estrutura moderna e equipamentos de última geração resultam em uma capacidade produtiva de 35.000 m³/mês de painéis de MDF naturais e 24.000 m³/mês de painéis de MDF revestidos.

fotos: Trend Coletivo/Cecília Neves Fotografia

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