Embora a amamentação seja uma das práticas mais estudadas e recomendadas pelas organizações internacionais de saúde, ainda existem crenças que geram dúvidas entre mães e famílias
Desde a ideia de que o leite materno “deixa de alimentar” depois de alguns meses até a crença de que voltar ao trabalho obriga a interromper a amamentação, muitos desses mitos continuam sendo transmitidos de geração em geração.
Por isso, marcas especializadas no acompanhamento da maternidade, como a Momcozy, juntamente com instituições de saúde, reforçam a importância de combater a desinformação com evidências científicas e ferramentas práticas que facilitem a continuidade da amamentação.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a amamentação uma das intervenções mais eficazes para proteger a saúde infantil e recomenda que ela seja exclusiva durante os primeiros seis meses de vida e continue, juntamente com uma alimentação complementar adequada, até os dois anos ou mais. No entanto, atualmente, cerca de 48% dos bebês menores de seis meses recebem aleitamento materno exclusivo em todo o mundo (dados OMS/UNICEF 2024), uma porcentagem que, embora tenha melhorado, ainda está distante da meta de 60% estabelecida para 2030.
Estes são cinco dos mitos mais frequentes que a ciência já desmentiu:
Mito 1: “Depois dos seis meses, o leite materno deixa de alimentar”. Falso. A OMS explica que, embora a partir dos seis meses os bebês precisem incorporar alimentos complementares, o leite materno continua sendo uma importante fonte de energia, nutrientes e anticorpos. Entre os seis e os doze meses, pode fornecer até metade das necessidades energéticas do bebê e continua oferecendo benefícios imunológicos durante o crescimento.
Mito 2: “Se a mãe voltar ao trabalho, deve parar de amamentar”. Falso. Organizações como o UNICEF destacam que, com planejamento, espaços adequados para a extração e a correta conservação do leite, muitas mulheres conseguem manter a amamentação após retornarem às suas atividades profissionais. A chave está na preparação prévia e no apoio do ambiente familiar e do empregador.
Mito 3: “Se o bebê pede para mamar com frequência, é porque o leite não o alimenta”. Falso. Os especialistas explicam que os recém-nascidos têm estômagos pequenos e precisam se alimentar com frequência. Além disso, a amamentação não responde apenas à fome; ela também desempenha funções relacionadas ao conforto, à regulação emocional e ao desenvolvimento do vínculo entre mãe e filho. Pedir para mamar com frequência não significa que o leite seja insuficiente.
Mito 4: “Amamentar sempre dói”. Falso. Embora seja normal sentir certa sensibilidade durante os primeiros dias, a dor persistente não deve ser considerada parte natural do processo. Segundo o UNICEF, na maioria dos casos, os desconfortos estão relacionados à posição do bebê ou à pega e podem ser resolvidos com o acompanhamento adequado de profissionais ou consultores de amamentação.
Mito 5: “Mães com baixa produção de leite devem interromper a amamentação”. Falso. A produção de leite depende de múltiplos fatores e, em muitos casos, pode melhorar com maior frequência das mamadas, uma técnica adequada de pega e o acompanhamento oportuno de profissionais de saúde. Antes de tomar decisões sobre o uso de fórmulas infantis, é sempre recomendável consultar um especialista em amamentação.
“A desinformação continua sendo um dos maiores desafios para as famílias. Muitos mitos nascem de experiências isoladas que acabam se transformando em crenças generalizadas. Hoje sabemos que as evidências científicas oferecem respostas muito mais confiáveis e que cada processo de amamentação deve ser acompanhado por informações validadas e apoio profissional, e não por recomendações baseadas exclusivamente em experiências pessoais”, afirma Christian Restrepo, professor e pesquisador do Instituto Latino-Americano da Família (ILFARUS).
Além de informações corretas, muitas mães enfrentam barreiras práticas que dificultam a manutenção da amamentação, especialmente ao retornar ao trabalho. Nesses casos, contar com ferramentas que facilitem a extração de leite de forma confortável, discreta e eficiente faz uma diferença real. Os extratores de leite sem fio, como os da Momcozy (M9, M5 e Air1), destacam-se pela longa duração da bateria e pelos ciclos de sucção ajustáveis, permitindo extrair leite em diferentes momentos do dia sem depender de cabos ou de um espaço fixo, facilitando assim a continuidade da amamentação de maneira mais flexível.
Essas soluções não substituem o acompanhamento profissional nem as informações baseadas em evidências, mas se tornam aliadas concretas para que mais mães possam alcançar suas próprias metas de amamentação sem se sentirem obrigadas a abandoná-la por falta de opções práticas.
Mais do que desmentir crenças, o verdadeiro objetivo é oferecer confiança às famílias. Ter acesso a informações baseadas em evidências, receber acompanhamento durante as primeiras semanas e compreender que cada experiência é diferente pode fazer uma diferença significativa.
Momcozy é uma marca especializada em produtos para a maternidade e para os cuidados com o bebê, oferecendo soluções práticas, cômodas e inovadoras para a vida diária das mães . Seu catálogo inclui artigos como extratores de leite que deixam as mãos livres, protetores para seios, monitores para bebês e acessórios para simplificar a rotina diária, promovendo bem-estar tanto da mãe como do bebê.
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