Versátil e com tonalidade marcante, o material ganha espaço no guarda-roupa masculino, explica a diretora criativa Juliana Guerreiro
O bronze ganha espaço entre as escolhas masculinas como uma alternativa aos metais mais tradicionais da joalheria. Com tonalidade quente e aparência marcante, ele aparece em anéis, pulseiras, colares e amuletos e combina especialmente bem com produções em tons neutros, terrosos, preto e jeans. O material ainda tem uma particularidade: é um metal vivo, que reage à pele e ao tempo, desenvolvendo uma pátina natural que faz com que cada peça adquira características próprias.
Para incorporar o bronze ao estilo, Juliana Guerreiro, diretora criativa da Guerreiro, sugere começar por uma peça de destaque e deixar que ela conduza a escolha dos demais acessórios. O metal também permite combinações com prata e outros acabamentos, sem a necessidade de manter todas as joias na mesma tonalidade.

A seguir, entenda como as peças de bronze podem ser exploradas em diferentes propostas e momentos do cotidiano:
Pulseiras para diferentes momentos
Pulseiras e braceletes são uma forma práticas de inserir o bronze no visual masculino, seja como ponto de destaque ou combinado a outros acessórios. Modelos de elos mais robustos trazem maior presença e funcionam bem sozinhos, enquanto versões mais finas e de desenho minimalista podem ser usadas ao lado do relógio ou em composições com outras pulseiras, como as de couro.
Anéis para adicionar personalidade
Nos anéis, o bronze abre espaço para brincar com volumes, formas e acabamentos, dos modelos de superfície mais limpa aos que exploram texturas e a própria pátina do metal. Novamente, peças largas, robustas e escultóricas podem assumir o protagonismo e funcionar sozinhas, enquanto desenhos mais discretos permitem combinações entre diferentes dedos ou até com outros metais. “Inclusive, o anel é uma ótima porta de entrada para o homem experimentar uma joia com mais personalidade”, recomenda Juliana Guerreiro.
Colares com elementos em bronze
Nos colares, elementos em bronze funcionam como pontos de destaque e ajudam a trazer personalidade mesmo às produções mais básicas. Pingentes, medalhas e amuletos podem aparecer tanto em cordões de couro, para uma leitura mais casual, quanto combinados a correntes e outros metais, criando contraste de materiais e tonalidades. A dica é considerar também o comprimento: colares mais curtos ficam evidentes com camisetas e camisas abertas, enquanto os mais longos funcionam bem sobre malhas e peças de linhas simples, deixando o bronze assumir o protagonismo.
“Não existem regras rígidas para incorporar o bronze à joalheria masculina. O mais importante é escolher peças que conversem entre si e com a personalidade de quem usa, brincando com diferentes materiais, volumes e combinações de cores. O bronze traz essa possibilidade de explorar o acessório de diferentes formas e, ao mesmo tempo, imprimir uma identidade própria ao visual”, completa a diretora criativa.
Sobre Juliana Guerreiro
Juliana Guerreiro é diretora criativa e empresária à frente da Guerreiro, marca brasileira reconhecida por suas joias autorais. Formada em Design de Interiores pela Faculdade Belas Artes de São Paulo, construiu sua trajetória profissional no ateliê fundado por seu pai, José Carlos Guerreiro, trabalhando ativamente no desenvolvimento da marca e seu universo criativo.
Inspirada por referências de arte, arquitetura e viagens, Juliana está sempre em busca do novo. Inquieta, conduz a direção criativa da Guerreiro com um olhar contemporâneo sobre criação e estilo. Há 25 anos na marca, é uma das responsáveis pelo refinamento das coleções e releituras de um acervo criativo com 50 anos de história, sempre respeitando a linguagem estética e preservando o legado que fizeram da Guerreiro uma referência brasileira no segmento de joias autorais.
Site: www.guerreiro.com.br
Instagram: @juguerreirobuzolin
fotos: divulgação


