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Com queda de 1,5% na poupança, movimento reflete mudança de perfil e maior apetite por produtos de renda fixa e diversificação

O volume aplicado na poupança caiu 1,5% no primeiro semestre de 2025, totalizando R$ 956,9 bilhões, segundo dados da ANBIMA. A retração ocorre em um cenário de crescimento geral dos investimentos dos brasileiros, que avançaram 6,8% e chegaram à marca de R$ 7,9 trilhões no período. No Paraná, estado que concentra o quinto maior número de investidores pessoa física do país, o movimento sinaliza uma mudança de comportamento relevante.

Com a taxa de juros ainda elevada e maior acesso à educação financeira, os paranaenses têm migrado para alternativas mais rentáveis e seguras, como Tesouro Direto, CDBs, LCIs, LCAs e fundos de renda fixa. A busca por maior rentabilidade e proteção contra a inflação tem impulsionado essa transição, especialmente entre os investidores mais jovens e conectados às plataformas digitais.

Segundo Renato Sarreta, sócio e líder regional da XP no Sul, o cenário reflete uma evolução na mentalidade do investidor. Apesar de ser a aplicação mais popular do Brasil entre os conservadores, a poupança está longe de ser considerada um investimento.

“Uma vez encerrado o ciclo de alta da taxa Selic, alinhados ao time alocação, avaliamos ser crucial para os investidores manterem carteiras equilibradas entre todas as classes de ativos, porém ainda com uma maior exposição em renda fixa, com um mix entre ativos pós-fixados, de inflação e prefixados. Cautela e seletividade para calibrar a exposição a diferentes riscos (de crédito, de prazo e de oscilações de mercado), uma vez que ainda enfrentamos muitas incertezas macroeconômicas e geopolíticas globais no curto prazo, além dos desafios políticos e fiscais no Brasil”, comenta.

A tendência é que o movimento de diversificação e busca por maior rentabilidade se intensifique nos próximos anos, impulsionado pelo avanço da tecnologia, da assessoria personalizada e da democratização do acesso a produtos antes restritos a grandes investidores. Nesse cenário, o papel do assessor de investimentos torna-se cada vez mais estratégico. “O assessor personaliza estratégias baseadas em cada perfil, e auxilia o cliente a alcançar metas, como, por exemplo, a aposentadoria”, finaliza Sarreta.

Sobre a XP

A XP é uma das principais instituições financeiras do Brasil. Criada em 2001, nasceu com o propósito de transformar o mercado para melhorar a vida das pessoas — promovendo educação financeira e democratizando o acesso a investimentos de qualidade.

Desde então, a XP lidera uma disrupção no setor ao construir um ecossistema completo de serviços financeiros, com soluções que vão de investimentos a crédito, seguros e banking, no Brasil e no exterior. Com foco em planejamento financeiro completo para investidores, a companhia investe na excelência em servir o cliente como a principal alavanca de crescimento.

Esse compromisso com a qualidade já se reflete em reconhecimentos importantes: a XP foi eleita sete vezes consecutivas a Melhor Assessoria de Investimentos de São Paulo pela premiação “O Melhor de São Paulo”, realizada pela Folha de S. Paulo.

Saiba mais em www.xp.com.br

foto: divulgação

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