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Pegasus, Olympus White e Tesoro Bianco combinam alvura, resistência e diferentes desenhos naturais

Os mármores brancos estão entre os materiais mais versáteis da arquitetura. Atemporais e luminosos, podem assumir diferentes papéis no projeto de acordo com a intensidade dos veios, o movimento da superfície e a forma como são especificados. Na seleção da MAQSTONE, Pegasus, Olympus White e Tesoro Bianco revelam diferentes interpretações do branco e ampliam as possibilidades para projetos que vão de propostas mais minimalistas a ambientes de maior impacto visual.

Um dos diferenciais dos mármores brancos extraídos pela Maqstone está na concentração de dolomita em sua composição, característica que contribui para a elevada alvura dos materiais e para uma maior resistência quando comparados a outros mármores disponíveis no mercado. A composição mineral também influencia a aparência e as particularidades de cada pedra, reforçando a singularidade de suas superfícies naturais.

“Mais do que escolher uma pedra pela cor, é importante observar seu desenho, movimento e personalidade. A composição de cada material interfere diretamente no resultado do projeto e pode direcionar a arquitetura para diferentes caminhos. Quando bem especificado, o mármore valoriza ainda mais o espaço e revela sua natureza”, explica Otavio Carneiro, diretor da Maqstone.

Considerado o material mais raro da pedreira entre os brancos da seleção, o Pegasus é extraído em pequenas quantidades devido à sua elevada alvura e à presença delicada de veios. Sua composição apresenta grande concentração de dolomita, característica que contribui para a intensidade do branco e para a resistência da pedra.

A combinação entre fundo extremamente branco e desenho sutil faz do Pegasus uma escolha para projetos que buscam sofisticação sem abrir mão da presença da pedra. Em grandes superfícies, como painéis, ilhas e revestimentos, a paginação ganha importância para valorizar a continuidade e a delicadeza dos veios.

Com fundo tão branco quanto o Pegasus, o Olympus White apresenta uma leitura mais movimentada. Seus veios são mais intensos e conferem maior expressão à superfície, tornando o material especialmente interessante para projetos em que o mármore assume papel de protagonista.

A pedra pode ser aplicada em bancadas, ilhas, painéis e revestimentos internos. Em grandes áreas, a paginação permite explorar a força do desenho natural e criar composições visualmente marcantes.

Já o Tesoro Bianco combina fundo branco com cristais em tonalidade off-white e movimentos mais intensos distribuídos por toda a superfície. O resultado é uma pedra de personalidade, capaz de acrescentar textura e dinamismo aos ambientes sem perder a sofisticação característica dos mármores claros.

Sua variedade de movimentos permite diferentes interpretações de acordo com a paginação e a escala da aplicação. Pode ser especificado em bancadas, painéis, pisos e revestimentos, criando desde pontos focais até superfícies de maior impacto visual.

“Quando falamos em mármores brancos, não estamos falando de um único resultado estético. A intensidade dos veios, o movimento da superfície e a própria composição mineral fazem com que cada material tenha uma personalidade diferente. Isso amplia as possibilidades de especificação e permite que arquitetos e designers encontrem a pedra mais adequada ao conceito de cada projeto”, destaca Olavo Carneiro, diretor da marca.

A escolha entre diferentes mármores brancos deve partir do conceito do projeto e considerar não apenas a tonalidade, mas também o desenho natural da pedra, sua composição e a escala de aplicação. Materiais de veios mais discretos podem criar superfícies contínuas e luminosas, enquanto aqueles de maior movimento assumem protagonismo e pedem uma paginação capaz de valorizar suas características.

Em grandes painéis, ilhas e paredes, o desenho da chapa ganha ainda mais relevância. Já em aplicações menores, a escolha pode privilegiar determinados trechos da pedra, criando detalhes que reforçam a identidade do ambiente.

A seleção da MAQSTONE mostra que a neutralidade do branco está longe de significar uniformidade. Entre diferentes níveis de alvura, movimento e intensidade dos veios, cada mármore apresenta uma interpretação própria da mesma paleta, permitindo criar ambientes contemporâneos, sofisticados e atemporais.

Para a Maqstone, especificar um mármore é reconhecer as particularidades de cada material e trabalhar a favor de sua natureza. A combinação entre características geológicas, desempenho e estética transforma cada superfície em um elemento singular da arquitetura.

Sobre a Maqstone

Fundada em 2001, em Cachoeiro de Itapemirim (ES), principal polo brasileiro de rochas ornamentais, a Maqstone é especializada na extração, no beneficiamento e na comercialização de pedras naturais para projetos de arquitetura, design e construção de alto padrão. Com jazidas próprias e uma operação verticalizada, a empresa atua em todas as etapas da produção, unindo tradição familiar, tecnologia de ponta e rigoroso controle de qualidade para entregar materiais que aliam desempenho técnico e singularidade estética.

Reconhecida nacional e internacionalmente, a Maqstone exporta para diversos mercados e investe continuamente em inovação, sustentabilidade e processos produtivos de alta precisão. Seu portfólio reúne mármores, quartzitos, granitos e pedras especiais, selecionados por sua beleza natural, resistência e exclusividade, atendendo arquitetos, designers, marmoristas e distribuidores em projetos residenciais, corporativos e de hospitalidade.

Guiada pelo compromisso de valorizar a riqueza geológica brasileira, a Maqstone transforma matérias-primas únicas em superfícies que traduzem autenticidade, sofisticação e longevidade.

foto: divulgação

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