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Assinada pelo designer de interiores, a Tiny House integra arte, design, funcionalidade e inovação, atributos interligados com memória afetiva e sustentabilidade

Projeto para a Portinari dialoga com as tendências do viver contemporâneo, onde a matéria, memória e sentidos se entrelaçam

Um manifesto sensorial sobre o habitar, onde o design e a matéria se fundem em um sofisticado experimento de sentidos. Essa é a essência de Alquimia do Morar, ambiente de 225m2 assinado pela designer de interiores Marina Linhares para a Portinari durante a CASACOR São Paulo 2025, que acontece em novo endereço, no Parque da Água Branca.

Inspirado no modernismo dos anos 70 e na casa como refúgio emocional e físico, o ambiente foi pensado para moradores cosmopolitas que adoram receber e são sensíveis ao tempo da casa. Alquimia do Morar traduz o encontro entre tecnologia e afeto, entre ancestralidade e contemporaneidade, entre o visível e o invisível.

A expressão dessa mistura são os dois novos produtos desenvolvidos pela profissional para a Portinari: Petra Taipa e Petra BronzePetra Taipa resgata a textura terrosa das antigas construções em barro, com seus tons quentes e orgânicos que convidam ao toque, evocando o chão de casa, a memória tátil das origens. Já a Petra Bronze traz o brilho discreto dos metais, o reflexo sutil da luz sobre a superfície, como um sopro de sofisticação.

Nesta edição, também compõem o espaço itens de mobiliário desenhados por Marina como o sofá Encontro para a +55 Design, a cama Atacama para a Casapronta, a banqueta Apruma para Franccino e a mesa de jantar e de centro que exploram a materialidade da Portinari.

Além disso, peças potentes do design brasileiro como poltronas de Geraldo de Barros, Irmãos Campana e Percival Lafer, os pendentes Sintonia Fina, de Cláudia Moreira Salles, mesas de apoio de Lucas Recchia, o aparador de Leo Lague e o banco de latão do artesão Wagner Trindade(Tiradentes – MG), se mesclam com mobiliário internacional como as cadeiras Daumiller, a poltrona Basket de Joe Colombo, o pendente 1972 do lendário Paavo Tynell.

A arte também pulsa no ambiente Alquimia de Morar. A grande tapeçaria de Norberto Nicola abraça o espaço e se junta a obras de grandes artistas, dentre eles Amadeo Lorenzato, Erika Verzutti, Abraham Palatnik, Jaider Esbell e Arthur Luiz Piza. Com curadoria da Kura Arte, dobras e recortes sutis evocam a fragilidade e a transitoriedade de cada peça, em sua singularidade, revelando o morar como um eterno ato de criação, a casa enquanto um laboratório de possibilidades.

Essa alquimia material reverbera em cada elemento do ambiente: no jazz sofisticado, nas texturas que provocam o tato, nos aromas que evocam pertencimento, nos detalhes que contam histórias. Alquimia do Morar é um lugar onde se vê, se toca, se cheira, se sente. Uma casa sofisticada que se revela não só aos olhos. Uma mistura que dá vida ao morar contemporâneo, em sua forma mais sensível, tornando-se o cenário do que somos, do que podemos e queremos ser.

Foto: Evelyn Müller

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