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Daniela Costa, CEO da Homedock e psicóloga, explica como tons profundos participam da construção de ambientes que refletem personalidade, rotina e formas de viver

Escolher um móvel escuro pode revelar mais sobre a relação do morador com a própria casa do que uma preferência estética. Preto, grafite, marrom e madeiras em tons profundos aparecem em salas, quartos e áreas de convivência, mas a forma como essas peças são percebidas depende da iluminação, das proporções, dos materiais ao redor e da forma como cada pessoa utiliza o local. Na perspectiva da psicologia do morar, o mobiliário também participa da construção de identidade e pertencimento.

“A casa traduz escolhas, hábitos e características de quem vive nela. Um móvel escuro pode criar contraste, marcar visualmente um espaço ou transmitir sensação de presença, mas a forma como ele é percebido depende das referências e da relação do morador com aquele lugar. Por isso, não existe uma regra de que tons profundos tornam necessariamente o interior pesado”, explica Daniela Costa, CEO da Homedock e psicóloga.

A presença de tons escuros pode aparecer em diferentes escalas, desde um sofá ou uma mesa de jantar até uma estante, aparador, poltrona ou cadeira. Paredes claras, luz natural, vidro, fibras, plantas e tecidos com diferentes texturas ajudam a equilibrar a composição e permitem que a peça tenha destaque sem concentrar todo o peso visual. A iluminação indireta também valoriza superfícies e acabamentos, além de criar diferentes experiências ao longo do dia.

“Quando pensamos na casa a partir de quem vive nela, o equilíbrio não é apenas visual. A circulação, a entrada de luz, os pontos de convivência e os espaços de recolhimento interferem na experiência do morador. Um móvel escuro pode delimitar uma área, criar um ponto de atenção ou reforçar a sensação de pertencimento, dependendo de como está inserido”, afirma Daniela.

Madeira em tons profundos e acabamentos pretos também permitem personalizar os interiores sem exigir que toda a decoração siga uma mesma linguagem. A combinação com pedra, metais, tecidos claros e materiais naturais amplia as possibilidades e integra essas peças a diferentes estilos.

Para Daniela, a escolha de um móvel de maior presença pode acompanhar transformações na rotina e representar novas preferências. “A decoração não precisa seguir uma fórmula. Quando o morador reconhece seus gostos e necessidades no lugar onde vive, os móveis passam a fazer parte da relação que ele constrói com a própria casa”, completa.

Sobre a empresa: A Homedock é uma marca brasileira de móveis e decoração que une curadoria, design e tecnologia para transformar ambientes. Fundada em 2013, atua no formato de e-commerce, oferecendo mais de 750 produtos com pronta entrega em todo o Brasil. Com foco na experiência do cliente e na democratização do “morar bem”, a Homedock acredita que um lar incrível é um direito de muitos e não um privilégio de poucos e no papel da casa como um instrumento de cura para a sociedade.
Mais de 3.300 municípios já foram atendidos pela Homedock nos 27 estados brasileiros. Coleções exclusivas que traduzem estilo e contemporaneidade são o grande diferencial da Homedock. @homedock

fotos: divulgação

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