Eliane acompanha movimento reforçado pela escolha de Radiant Earth para 2028 e aposta em revestimentos que unem cor, relevo e interação com a luz
O debate sobre cor na arquitetura ganhou novo impulso com a escolha de Radiant Earth pela WGSN e pela Coloro como a cor de 2028. Associado à resiliência, à estabilidade e ao florescimento emocional, o tom sintetiza um movimento mais amplo do design contemporâneo, no qual as cores deixam de cumprir apenas função estética e passam a atuar como códigos emocionais, capazes de transmitir acolhimento, confiança e identidade. Inserida nesse cenário, a Eliane, marca brasileira especializada em revestimentos cerâmicos, identifica o avanço de uma arquitetura mais sensorial, em que superfícies passam a participar de forma mais ativa da construção de atmosfera e percepção dos ambientes.

Ao lado da valorização cromática, também cresce o interesse por materiais que interagem com luz, sombra e toque, ampliando a dimensão sensorial dos projetos. Cor, textura e relevo aparecem de forma cada vez mais combinada em propostas que buscam transformar não apenas a aparência, mas a experiência espacial.
Dentro dessa leitura, a Eliane aposta na série Luma como uma interpretação desse momento de mercado. Lançada em 2026, a coleção parte do diálogo entre luz e sombra para criar superfícies que revelam texturas e valorizam volumes conforme a incidência luminosa. O resultado é um revestimento que ultrapassa a função de acabamento e passa a participar da ambientação de forma mais ativa, explorando relevo, cor e movimento visual.
Disponível no formato 20×20 cm, com acabamento mate e 25 faces, a série foi pensada para paredes decorativas e permite diferentes sentidos de paginação, ampliando o dinamismo estético das composições. O portfólio reúne sete cores, Brut, Corda, Gris, Índigo, Carbono, Lago e Anis, em uma paleta que combina neutros, tons naturais e acentos cromáticos mais marcantes, ampliando as possibilidades de uso em projetos residenciais, comerciais e de hospitalidade.

Segundo Patrícia Zanivan, coordenadora de design e portfólio da Eliane, a força das cores na arquitetura contemporânea está ligada à forma como elas interferem na percepção do espaço. “Hoje, a cor não exerce apenas um papel estético. Ela contribui para a identidade dos ambientes e para a maneira como as pessoas se sentem neles. Quando essa dimensão se combina ao relevo e à luz, a superfície ganha ainda mais potência narrativa”, afirma.
Na série Luma, essa lógica aparece na modularidade do relevo e na possibilidade de criar paginações menos previsíveis, em que luz, textura e composição ajudam a dar protagonismo às paredes.
Em um momento em que a arquitetura demonstra interesse crescente por superfícies com mais expressão visual e sensorialidade, a série reforça a presença da Eliane em um segmento que aproxima revestimento e decoração. A coleção também dialoga com a busca por materiais que contribuam de forma mais ativa para a identidade dos espaços.
Sobre a Eliane
Fundada em 1960, em Santa Catarina, a Eliane é uma das principais fabricantes brasileiras de revestimentos cerâmicos e porcelanatos, reconhecida pela combinação entre tecnologia, design e alta performance. Com atuação no Brasil e presença internacional, a empresa desenvolve soluções inovadoras para projetos residenciais, comerciais e de grande porte, mantendo foco em qualidade, sustentabilidade e na parceria com arquitetos, designers e engenheiros.
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