Especialista explica que, além da estética, a madeira impacta positivamente as emoções, regula o microclima e melhora o conforto acústico, contribuindo para ambientes mais saudáveis e produtivos
A neuroarquitetura parte do princípio de que o ambiente em que vivemos e trabalhamos impacta diretamente nossas emoções, nossa biologia e nossas respostas fisiológicas. Nesse cenário, o design não é só uma questão estética, mas também uma ferramenta de bem-estar. E entre todos os materiais disponíveis na construção e na decoração, poucos dialogam tão bem com o nosso cérebro quanto a madeira.
De acordo com o Gerente de Marketing da Montana Química, Michel Sentinelo, a madeira se destaca no conceito de neuroarquitetura por seus veios, nós e variações de tonalidade, que não formam padrões repetitivos ou artificiais.
“O cérebro humano, ao identificar elementos naturais em um ambiente interno, faz com que o sistema nervoso ative respostas associadas à segurança e ao abrigo. Isso resulta na redução dos níveis de estresse e no aumento da sensação de acolhimento, que faz com que o indivíduo sinta-se acolhido”, comenta o especialista.
No entanto, para que esse benefício seja sentido, o acabamento da peça é importante. De acordo com o especialista, um exemplo disso é envernizar a madeira com produtos que criam camadas espessas e artificiais porque isso mascara sua textura natural.
“Um bom sistema de acabamento deve valorizar os veios e a textura natural. Ao preservar a leitura visual e tátil, mantém-se o estímulo sensorial que gera conforto para as pessoas”, comenta.
Madeira também gera conforto térmico e sonoro
Além do benefício estético, a madeira é higroscópica, ou seja, absorve e libera umidade constantemente, adaptando-se às condições do ambiente. Esse “respirar” contribui para a regulação natural do microclima interno de casas e escritórios.
“Graças aos tratamentos químicos modernos, hoje é possível proteger a madeira contra fungos, insetos e degradação física sem selar completamente seus poros. Essa tecnologia garante a durabilidade estrutural sem asfixiar o material”, comenta Sentinelo.
Essa estabilidade climática reflete diretamente no conforto das pessoas. Segundo o gerente de marketing, ambientes sem variações bruscas de temperatura e umidade geram conforto físico e diminuem as distrações sensoriais. Em ambientes de trabalho, isso se traduz em maior concentração e produtividade.
“A escolha do acabamento da superfície de madeira altera essa vivência. Acabamentos foscos, por exemplo, absorvem mais a luz, reduzem os reflexos e reforçam a sensação de aconchego. São uma opção para evitar o cansaço visual, especialmente em ambientes residenciais ou corporativos com uso intenso de luz artificial”, explica ele.
Além do visual, a madeira, por ter excelente capacidade de absorção e difusão sonora, ajuda a reduzir a reverberação e o eco. Em escritórios fechados, isso diminui a fadiga mental e melhora a qualidade das interações entre a equipe.
“Na era onde apartamentos e escritórios fechados nos afastam do mundo exterior, aliar conhecimento técnico e intenção de projeto nos permite trazer a natureza de volta para o nosso dia a dia. É a prova de que espaços bem pensados promovem qualidade de vida”, conclui o especialista.
Sobre a Montana Química
Somos uma indústria química especialista na formulação de produtos de alta performance para a construção civil. Autoridade no mercado, possuímos uma linha completa de produtos para o tratamento, proteção, preservação e acabamento de madeiras, além de outros substratos como pedra, tecido, alvenaria, preservativos industriais para madeira e produtos de alta performance para indústria moveleira.
Com sede em São Paulo, filial em Porto Alegre e revendas em todo o Brasil, em 2014 lançou a marca Monsa para atender o mercado internacional. Atualmente, a Montana já conta com unidades de negócios em diversos países sul-americanos e com uma filial em Medellín, na Colômbia, instalada em 2017 e outra no Uruguai, instalada em 2019. Saiba mais em:montana.com.br/
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